Essa ausência de formalidade dificulta a identificação e o monitoramento das condições de trabalho, essenciais para garantir segurança, saúde e prevenção de riscos.
Micro-momentos invisíveis de risco operacional são decisões de poucos segundos, influenciadas por pressão, hábito, cultura ou emoção, que deslocam silenciosamente a operação do estado seguro para o estado vulnerável.
Agentes que não podem ser vistos, cheiros que não são percebidos, partículas que não despertam alerta… mas que têm um impacto profundo sobre saúde, acidentes e desempenho. 🌡️💨
“Sempre foi assim” talvez seja a frase mais perigosa da sua operação. Por trás dela, esconde-se uma cultura que aceita o risco como rotina e faz da segurança apenas um discurso protocolar. Neste artigo, mostramos como esse pensamento se instala, seus impactos reais e o que podemos aprender com outras áreas que já enfrentaram desafios semelhantes.
Há uma rede invisível que sustenta vidas e que se rompe em instantes. Quando um acidente acontece, não atinge apenas o trabalhador: ele reverbera entre colegas, líderes, familiares e instituições. É um sistema que muitas vezes se vê fragilizado pela falta de prevenção, cultura fraca e desatenção aos riscos reais.
Enquanto a crise climática impõe custos altíssimos em todas as regiões do planeta, cresce também a capacidade de resposta. Cada vez mais, empresas destinam parcelas maiores de suas receitas a iniciativas que aceleram a transição para uma economia verde.
Quando organizações incorporam a confiança em sua estratégia digital, fortalecem a lealdade de clientes, melhoram a colaboração com stakeholders e aumentam o desempenho a longo prazo.
O Gamefica SST é uma experiência imersiva de um dia, criada para ampliar o olhar sobre as possibilidades de usar a criatividade no desenvolvimento de treinamentos.
O CONEST, o Congresso Nacional de Engenharia do Trabalho, que em 2025 chega à sua 27ª edição, acontecerá de 20 a 22 de novembro, em Brasília.
Em 1996, uma família francesa visitava o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros quando foi surpreendida por uma cabeça d’agua de mais de 10 metros de altura. Apesar de estarem acompanhados por um guia local, o fenômeno não foi percebido até que já fosse tarde demais. Na tentativa de salvar Sophie Roquancourt, de 13 anos, o guia Paulo Pires Sampaio também foi arrastado pelas águas e os dois perderam a vida. Após a tragédia, o Parque foi fechado pelo Ibama e só reabriu quando as regras de segurança foram melhoradas, o que garantiu que não ocorressem mais acidentes desta natureza.
Instalado de forma modular, o SICLOPE atende as necessidades dos nossos clientes da forma mais otimizada possível. A solução garante informação disponível, conhecimento do problema, velocidade e assertividade para as tomadas de decisões e gestão dos riscos do negócio, com foco no fortalecimento da cultura preventiva e atendimento legal. O resultado é o aumento da qualidade da gestão do tempo, com a consequente melhoria da tomada de decisão.
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